Em uma frase: seu nome, seu e-mail, e o que você marcou no app. A sua localização, não.
Quando você toca em “buscar pela minha localização” ou sinaliza presença num rolê, o seu aparelho manda a coordenada, o servidor responde e a coordenada é descartada. Ela não vai para o banco, não vira cookie e não fica em registro nenhum.
O que fica é outra coisa: quando você confirma presença numa casa, o app guarda que você esteve lá, e quando — sem o ponto no mapa. Isso aparece só para você, em “Sua noite”, no seu perfil.
Da sua conta: nome, e-mail, a data em que você entrou e se você já confirmou o e-mail. A senha não é guardada — só uma marca dela, que não permite descobrir a original.
Do que você faz: as casas que você salvou e os sinais de presença que você deu, com o horário. É o que faz o app dizer “bombando agora” sem inventar.
Se você desligar “Lembrar meus rolês” nas configurações, cada presença nova deixa de ficar ligada a você depois que o rolê acaba: ela continua contando como um número para a casa, e ninguém — nem o app — sabe mais que foi você.
Do que você escreve: as mensagens da conversa de um rolê, com o seu nome. Elas somem da sua tela quando o rolê acaba, e ficam guardadas por 30 dias — só para o caso de alguém denunciar algo e a gente precisar olhar. Depois disso, vão embora.
Do que você sugere: quando você indica um lugar ou pede uma visita para a sua casa, o app guarda o que você escreveu e avisa a curadoria por e-mail. O contato que você deixar serve só para combinar a visita e é apagado em até 90 dias.
Se você ligar o aviso de rolê: a inscrição do seu aparelho (o endereço que o navegador cria para receber o aviso) e as noites em que você foi avisado — sem dizer de que casa. Desligar o aviso, ou sair da conta naquele aparelho, apaga a inscrição.
No seu aparelho, e só nele: as casas que você já abriu, para a home marcar as que são novas pra você. Essa lista não é enviada para nós; apagar os dados do site no navegador apaga a lista.
Do servidor: como todo site, o nosso guarda um registro técnico de acesso — endereço de rede, navegador e a página pedida. Ele é apagado sozinho depois de um tempo e serve para saber quantas pessoas abriram o app, nunca para ligar isso a uma conta.
Ninguém vê o seu nome num sinal. Quando você marca presença, o app mostra que há gente lá — um número, nunca uma lista. Isso vale inclusive para o dono da casa: ele vê quantas pessoas passaram e quantas vezes, e nunca quem foi.
Dentro da conversa de um rolê, sim. Ali você aparece com o seu nome para quem também confirmou presença — é o que evita conversa anônima em grupo, e é por isso que só entra quem está lá. A conversa fecha quando o rolê acaba, e o seu sinal continua contando como número do lado de fora.
O que você salva é só seu. Não há perfil público, não há seguidores e não há como alguém procurar você pelo nome.
Às vezes a gente faz uma imagem de um rolê para a casa divulgar no Instagram dela. A imagem leva o rolê, a casa e o dia, e nunca o nome de quem foi. Ela é montada no aparelho de quem cura, e o Deck não guarda nem envia a imagem.
Não vende nem compartilha os seus dados. Não tem anúncio, nem rastreador de terceiro, nem pixel de rede social.
⚠️ Uma exceção honesta: o mapa usa imagens da CARTO, então o seu navegador pede essas imagens ao servidor deles, e eles veem o seu endereço de rede — como aconteceria em qualquer site com mapa. Os seus dados de conta ficam no Brasil, num servidor em Campinas.
Outra: os e-mails do app — confirmar o seu endereço, definir a senha, avisar que ela mudou — saem pela Resend, um serviço de envio. Ela recebe o seu e-mail e a mensagem só para entregá-la. O Deck não manda propaganda.
E se você ligar o aviso de rolê: ele chega pelo serviço de notificação do seu navegador — do Google, da Apple ou da Mozilla, conforme o aparelho. Ele recebe o aviso cifrado só para entregá-lo. O aviso só existe se você pedir, e pode ser desligado a qualquer hora.
Nas configurações do seu perfil há um botão que apaga a conta e, junto com ela, os seus salvos, os seus sinais, os seus avisos e as suas mensagens — inclusive as que estavam guardadas para o caso de denúncia. É imediato e não tem volta. As presenças que já tinham deixado de ser suas (com “Lembrar meus rolês” desligado) ficam só como número da casa: não há mais nada nelas que leve a você.
Contas de curador e de estabelecimento não podem ser apagadas por ali: a curadoria que elas produziram é o catálogo do app, não dado pessoal. Nesse caso, escreva para samuelseguins@gmail.com.
Para corrigir algo, saber o que está guardado ou reclamar, escreva para samuelseguins@gmail.com. Essa caixa é do Gmail, do Google: o que você mandar fica guardado lá, e também nos servidores deles.
Este texto vale para a versão atual e muda quando o app mudar.
Sobre o Deck ›Atualizado em 13/10/2026.
Em uma frase: seu nome, seu e-mail, e o que você marcou no app. A sua localização, não.
Quando você toca em “buscar pela minha localização” ou sinaliza presença num rolê, o seu aparelho manda a coordenada, o servidor responde e a coordenada é descartada. Ela não vai para o banco, não vira cookie e não fica em registro nenhum.
O que fica é outra coisa: quando você confirma presença numa casa, o app guarda que você esteve lá, e quando — sem o ponto no mapa. Isso aparece só para você, em “Sua noite”, no seu perfil.
Da sua conta: nome, e-mail, a data em que você entrou e se você já confirmou o e-mail. A senha não é guardada — só uma marca dela, que não permite descobrir a original.
Do que você faz: as casas que você salvou e os sinais de presença que você deu, com o horário. É o que faz o app dizer “bombando agora” sem inventar.
Se você desligar “Lembrar meus rolês” nas configurações, cada presença nova deixa de ficar ligada a você depois que o rolê acaba: ela continua contando como um número para a casa, e ninguém — nem o app — sabe mais que foi você.
Do que você escreve: as mensagens da conversa de um rolê, com o seu nome. Elas somem da sua tela quando o rolê acaba, e ficam guardadas por 30 dias — só para o caso de alguém denunciar algo e a gente precisar olhar. Depois disso, vão embora.
Do que você sugere: quando você indica um lugar ou pede uma visita para a sua casa, o app guarda o que você escreveu e avisa a curadoria por e-mail. O contato que você deixar serve só para combinar a visita e é apagado em até 90 dias.
Se você ligar o aviso de rolê: a inscrição do seu aparelho (o endereço que o navegador cria para receber o aviso) e as noites em que você foi avisado — sem dizer de que casa. Desligar o aviso, ou sair da conta naquele aparelho, apaga a inscrição.
No seu aparelho, e só nele: as casas que você já abriu, para a home marcar as que são novas pra você. Essa lista não é enviada para nós; apagar os dados do site no navegador apaga a lista.
Do servidor: como todo site, o nosso guarda um registro técnico de acesso — endereço de rede, navegador e a página pedida. Ele é apagado sozinho depois de um tempo e serve para saber quantas pessoas abriram o app, nunca para ligar isso a uma conta.
Ninguém vê o seu nome num sinal. Quando você marca presença, o app mostra que há gente lá — um número, nunca uma lista. Isso vale inclusive para o dono da casa: ele vê quantas pessoas passaram e quantas vezes, e nunca quem foi.
Dentro da conversa de um rolê, sim. Ali você aparece com o seu nome para quem também confirmou presença — é o que evita conversa anônima em grupo, e é por isso que só entra quem está lá. A conversa fecha quando o rolê acaba, e o seu sinal continua contando como número do lado de fora.
O que você salva é só seu. Não há perfil público, não há seguidores e não há como alguém procurar você pelo nome.
Às vezes a gente faz uma imagem de um rolê para a casa divulgar no Instagram dela. A imagem leva o rolê, a casa e o dia, e nunca o nome de quem foi. Ela é montada no aparelho de quem cura, e o Deck não guarda nem envia a imagem.
Não vende nem compartilha os seus dados. Não tem anúncio, nem rastreador de terceiro, nem pixel de rede social.
⚠️ Uma exceção honesta: o mapa usa imagens da CARTO, então o seu navegador pede essas imagens ao servidor deles, e eles veem o seu endereço de rede — como aconteceria em qualquer site com mapa. Os seus dados de conta ficam no Brasil, num servidor em Campinas.
Outra: os e-mails do app — confirmar o seu endereço, definir a senha, avisar que ela mudou — saem pela Resend, um serviço de envio. Ela recebe o seu e-mail e a mensagem só para entregá-la. O Deck não manda propaganda.
E se você ligar o aviso de rolê: ele chega pelo serviço de notificação do seu navegador — do Google, da Apple ou da Mozilla, conforme o aparelho. Ele recebe o aviso cifrado só para entregá-lo. O aviso só existe se você pedir, e pode ser desligado a qualquer hora.
Nas configurações do seu perfil há um botão que apaga a conta e, junto com ela, os seus salvos, os seus sinais, os seus avisos e as suas mensagens — inclusive as que estavam guardadas para o caso de denúncia. É imediato e não tem volta. As presenças que já tinham deixado de ser suas (com “Lembrar meus rolês” desligado) ficam só como número da casa: não há mais nada nelas que leve a você.
Contas de curador e de estabelecimento não podem ser apagadas por ali: a curadoria que elas produziram é o catálogo do app, não dado pessoal. Nesse caso, escreva para samuelseguins@gmail.com.
Para corrigir algo, saber o que está guardado ou reclamar, escreva para samuelseguins@gmail.com. Essa caixa é do Gmail, do Google: o que você mandar fica guardado lá, e também nos servidores deles.
Este texto vale para a versão atual e muda quando o app mudar.
Sobre o Deck ›Atualizado em 13/10/2026.